Violência doméstica – Informações e apoio
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Reuniões de acompanhamento e supervisão reforçam intervenção da RNAVVD no território
A Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género (CIG) promoveu, ao longo do mês de maio, várias reuniões de acompanhamento e supervisão dirigidas às equipas que integram a Rede Nacional de Apoio às Vítimas de Violência Doméstica (RNAVVD), envolvendo profissionais de diferentes regiões do país.
Na área da Grande Lisboa, realizou-se uma sessão presencial na Parede, concelho de Cascais, que reuniu entidades e profissionais de vários territórios, incluindo Odivelas, Oeiras, Cadaval, Torres Vedras, Loures, Cascais e Amadora.
O encontro foi dinamizado pelas técnicas da CIG Rute Azevedo e Ana Braz, permitindo acompanhar o trabalho desenvolvido pelas equipas, identificar desafios e partilhar boas práticas na intervenção com vítimas de violência doméstica e de género.
Durante a tarde, foi ainda apresentado o Projeto Prévio do Município de Cascais, destacando propostas de intervenção e o compromisso local com a promoção da igualdade e a prevenção da violência.
Já no distrito do Porto, decorreu, no dia 15 de maio, uma reunião de acompanhamento dirigida às equipas das Respostas de Apoio Psicológico (RAP), nas instalações da Junta de Freguesia de Matosinhos.
A sessão foi dinamizada pelas técnicas da CIG Rute Azevedo e Susana Mota, constituindo um espaço de articulação e reflexão conjunta, promovendo a partilha de experiências e o alinhamento de procedimentos na resposta especializada de apoio psicológico.
Em formato online, realizou-se também uma sessão de supervisão e acompanhamento dirigida a equipas de vários territórios do país, incluindo Algarve, Portalegre, Odemira, Grândola, Covilhã, Castelo Branco e Cascais.
O encontro contou com a participação de uma especialista externa, que dinamizou momentos de discussão de casos, contribuindo para o aprofundamento da reflexão clínica e o reforço das competências técnicas das equipas.
Estas iniciativas reforçam a importância da supervisão técnica contínua, da partilha de conhecimento e da cooperação entre profissionais, contribuindo para a qualificação das respostas e para uma intervenção cada vez mais integrada e centrada nas necessidades das vítimas.

















